Dicas de cuidados com as crianças durante o verão

brianajackson

Se o seu roteiro, nas férias, inclui o mar ou a piscina, atenção: “os pequenos podem se afogar em profundidades de 2,5 cm de água quando caem com o rosto e não conseguem levantar a cabeça”, fala Marislaine Lumena de Mendonça, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). De acordo com a médica, isso acontece de forma rápida e silenciosa.

Portanto, as crianças pequenas devem usar equipamento pessoal de flutuação quando estiverem em barco ou brincando perto de rios, lagos e mar. A natação oferece benefícios, mas ensinar menores de quatro anos a nadar, não reduz os riscos de submersão. Não permita que brinquedos dirigidos pelas crianças sejam utilizados próximos a piscinas.

Também é importante cuidar da exposição ao sol, de acordo com Kersin Abagge, pediatra do Departamento Científico de Dermatologia da SBP, não proteger os pequenos pode causar queimaduras solares, fotoenvelhecimento e até câncer. “É importante lembrar que queimaduras com bolhas na infância ou adolescência aumentam o risco de câncer de pele na idade adulta. “Se houver queimaduras leves, o tratamento prevê o uso de compressas frias, ingestão de líquidos. Visite o médico nos casos graves.

Até os seis meses use chapéus, roupas e guarda-sol. A partir dessa idade, é indicado o uso de protetor solar corporal. Preste atenção no tamanho da sombra: quanto menor ela for, pior é o horário. Quando a sombra da criança esta grande no chão quer dizer que a incidência de sol é menor.

Durante o verão, a criança perde mais água. “Conforme o grau da desidratação, podem haver riscos para a saúde”, fala Valmin Ramos, membro do Departamento Científico de Nutrologia e Suporte Nutricional da SBP. Ofereça líquidos, frutas e pequenas porções de alimentos aos pequenos.

Insetos – “As reações variam. Existem as agudas, que todas as crianças podem ter e cuja intensidade muda de acordo com o inseto, e as alérgicas, que se manifestam em crianças que reagem de maneira importante a apenas uma picada”, conta Kersin. Os principais riscos são as reações anafiláticas, que exigem atendimento emergencial. “Estes acontecem em crianças previamente sensibilizadas a abelhas, vespas ou formigas”, esclarece. Outros riscos são as infecções bacterianas que podem ocorrer sobre picadas ou reações inflamatórias. Quanto ao tratamento, o pediatra orientará a melhor terapia em cada caso. “Os pais devem se informar antes de viajar, para já terem em mãos as medicações necessárias”, diz Kersin.

Até os dois anos a proteção deve ser com o uso de mosquiteiros, fechando a casa cedo e colocando telas nas janelas. A partir dessa idade podem ser usados repelentes infantis, que devem ser aplicados apelas pelos pais e nas áreas expostas, com reaplicação a cada quatro horas.

Fonte:Viva Saúde

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