Taxa de juros da economia – Selic: De acordo com declarações recentes do presidente do Banco Central do Brasil a meta da taxa de juros básica da economia (Taxa Selic) que atualmente encontra-se em 14,25%, deverá permanecer neste patamar em período necessariamente prolongado para que a inflação brasileira convirja para o centro da meta de 4,5% a.a. estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional.
Mercado eleva para 2,85% a previsão de queda do PIB em 2015: De acordo com a pesquisa FOCUS realizada pelo Banco Central junto ao mercado financeiro e divulgada ao público em 05/10/2015, economistas e instituições financeiras ampliaram a queda prevista para o PIB em 2015, a previsão que era de -2,44%, há quatro semanas atrás, agora está em -2,85%.
Estimativa de inflação para 2015: Nos últimos 12 meses (setembro/14 a agosto/15) a inflação oficial do país medida pelo IPCA está acumulada em 9,53% e a previsão de especialistas, de acordo com a mesma pesquisa FOCUS, é de fechar o ano de 2015 neste mesmo nível de 9,53%. As incertezas econômicas e políticas persistem, o esforço do governo para a busca do equilíbrio fiscal encontra resistências no congresso nacional e na população em geral e provocam desconfianças entre os agentes econômicos e fortes oscilações nos preços dos ativos financeiros.
Indicadores Financeiros do Mercado: No mês de setembro, a taxa de juros Selic, considerando que o mês possui 21 dias úteis, registrou variação 1,11%, o IMA-B, que serve de referência para as aplicações em títulos públicos lastreados em Notas do Tesouro Nacional, “série b” (NTN-b) fechou negativo em -0,68%, o IRF-M, que serve de referência para as aplicações em títulos públicos pré-fixados lastreados em Letras do Tesouro Nacional (LTN) e em Notas do Tesouro Nacional, “série f” (NTN-f) também fechou negativo em -0,94%, o Ibovespa fechou em queda de -3,36% e o dólar (US$) com valorização de 8,95% frente ao real (R$).
Rentabilidade dos planos de benefícios em 2015:
A FUSESC, diante dessa situação, que já perdura alguns meses, vem adotando uma gestão de recursos com objetivo de proteger as reservas dos Participantes e Assistidos da corrosão inflacionária e, nesta linha, vem priorizando aplicações mais conservadoras e indexadas a inflação.
Avaliamos como acertada a estratégia adotada, proporcionando nos 9 (nove) primeiros meses deste ano uma rentabilidade média acumulada da cota de 10,80% (média de 1,20% ao mês) e nos últimos doze meses (outubro/14 a setembro/2015) rentabilidade acumulada de 14,66%.
Estimativa de rentabilidade das cotas em setembro/15: Com os dados que já dispomos, estimamos que as rentabilidades das cotas dos planos de benefícios, de acordo com a composição dos investimentos em carteira, deverão situar-se dentro do seguinte intervalo:
Planos: Benefícios I, Multifuturo I e Multifuturo II = entre 1,30% e 1,40%.
Os planos de benefícios podem apresentar diferenças entre suas rentabilidades em função da distribuição dos investimentos nos diversos segmentos.
A lâmina com os dados de setembro/15, que inclui os indicadores financeiros do seu Plano de Benefícios, como rentabilidade, total de investimentos e composição de carteira por classe de ativos, deverá ser divulgada na página da Fusesc por volta do dia 20/10, tão logo esteja completa e revisada.





