No mês de abril, o fluxo monetário positivo dos investidores estrangeiros, deu o tom do mercado.
No ambiente doméstico, o COPOM elevou a taxa básica anual de juros da economia em 0,25%, passando a 11% ao ano, corroborando nos esforços para o controle da inflação, que medido pelo IPCA registrou 0,92% em março/14, ante 0,69% em fevereiro/14. Este primeiro trimestre registrou a entrada de R$ 11,6 bilhões de recursos estrangeiros, recorde para o período, dirigidos principalmente para a aquisição de títulos de emissão do Tesouro Nacional, o qual sensibilizou o índice IMA-B, em 2,42%.
No ambiente internacional, a crise da Ucrânia, as sanções econômicas à Rússia e seus desdobramentos, se mantém no radar. Os EUA reduziram em US$ 10 bilhões seu programa de estímulo monetário e a China registrou crescimento um pouco abaixo do estimado, ficando a expectativas de possível expansão da política monetária do Banco Central Japonês e Europeu. Neste cenário houve uma melhora da percepção de risco dos países emergentes. O risco-Brasil terminou o mês em 146,7 pontos-base, 23 pontos-base abaixo do mês anterior, o real valorizou 1,19% e o Ibovespa 2,40%.
Estimativa de Rentabilidade para Abril/14.
Com os dados até agora disponíveis, estimamos que as rentabilidades das cotas devam situar-se entre:
Plano Benefício I : +1,20% e +1,40%;
Planos Multifuturo I e Multifuturo II: +1,30% e + 1,50%.
Os resultados são diferentes entre os planos em função da composição das aplicações financeiras de cada um deles e do critério de marcação dos papéis em carteira.
Informamos que já iniciamos a elaboração da lâmina de rentabilidade, que inclui todas as informações relevantes do seu Plano de Benefícios, como dados atuariais, de ativos, patrimoniais, contábeis e de seguridade, o que exige a interveniência de vários agentes, sendo prevista sua publicação após o dia 20, tão logo esteja completa e revisada.





