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Conservantes alimentícios, conservantes, aromatizantes… eles fazem mal?

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Eles aparecem lá no fim da lista de ingredientes e, muitas vezes, têm nomes esquisitos, como carboximetilcelulose sódica, dióxido de silício e goma xantana. Não surpreende, portanto, que os chamados aditivos alimentares gerem um misto de curiosidade e receio entre os consumidores. Afinal, por que estão ali? Segundo a engenheira de alimentos Adriana Pavesi Bragotto, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), eles têm a finalidade básica de modificar características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais dos produtos. Quem compra um iogurte de morango espera que ele seja rosado, por exemplo. Para isso, a indústria tende a recorrer a um corante. Ao abrir uma caixa de leite, ninguém quer ver a parte líquida separada da nata, certo? Daí entram em cena os estabilizantes. “Aditivos como esses não têm o propósito de interferir no valor nutricional do alimento. Seu papel é tecnológico”, informa o engenheiro agrônomo Jonas Paschoal, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

“Todos os aditivos autorizados passam por rigorosas avaliações toxicológicas, conduzidas por comitês científicos internacionais formados por especialistas no assunto”, conta Adriana. Para ela, não dá para debater a qualidade de um alimento focando apenas em aromatizantes, conservantes e afins.

“As quantidades de açúcar, sal, gorduras e outros nutrientes, além da presença de substâncias tóxicas não intencionais, devem ser levadas em consideração”, opina. A nutricionista Laís Amaral, do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), concorda que a fórmula deve ser avaliada como um todo. Mas ela enxerga os aditivos como um problema em si. Isso porque, em geral, não consumimos só um produto por dia. “E, quando se trata da combinação e do excesso, não sabemos exatamente o risco que essas substâncias trazem”, analisa.

Fonte: Saúde

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