
Apesar da prevenção da depressão não estar muito bem elucidada cientificamente, existem dicas básicas que são um bom ponto de partida para evitá-la:
Planejamento da aposentadoria – esse recurso é fundamental e precisa ser estimulado o quanto antes. Na consulta geriátrica é possível ter um aconselhamento de como envelhecer e programar o período após a aposentadoria. É preciso fazer uma reflexão profunda e apresentar os conceitos importantes que permeiam a faixa etária após os 65 anos. Existem necessidades físicas e psicológicas que precisam ser abordadas, como por exemplo, ao envelhecer temos dificuldade de subir escadas, então seria interessante planejar mudar de casa quando se vive em um sobrado.
Atividade física – exercícios contribuem para menor incidência de depressão. Em geral, é muito recomendada a prática de atividade física que traga bem-estar para o indivíduo, que estará menos suscetível a perda de força muscular, dificuldades com locomoção e dores crônicas. O maior objetivo dos exercícios é prevenir o desaparecimento da independência e autonomia que o envelhecimento pode ocasionar.
Qualidade dos relacionamentos afetivos – estudos apontam que a socialização está diretamente relacionada à qualidade de vida e ao envelhecimento bem-sucedido. Por isso, é importante que as pessoas invistam e mantenham seus relacionamentos pessoais.
A aposentadoria é oportunidade para se dedicar a projetos novos e inesperados. É essencial estar preparado para que essa transição seja realizada da melhor maneira possível para que não seja um período de frustração, mas um caminho de realizações e experiências prazerosas. O planejamento pessoal somado ao suporte de amigos e familiares pode ser a chave para o sucesso na construção da vida após aposentadoria.
Fonte: https://www.minhavida.com.br/