{"id":1358,"date":"2010-09-08T13:45:10","date_gmt":"2010-09-08T13:45:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fusesc.com.br\/?p=1358\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000\u0000"},"modified":"2014-11-11T13:45:35","modified_gmt":"2014-11-11T13:45:35","slug":"aposentadoria-mais-tarde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fusesc.com.br\/?p=1358","title":{"rendered":"Aposentadoria mais tarde"},"content":{"rendered":"<p>Governo faz estudo para mudar regras da Previd\u00eancia, mas abacaxi deve ficar mesmo nas m\u00e3os do pr\u00f3ximo presidente. <\/p>\n<p>Proje\u00e7\u00f5es feitas pelo Minist\u00e9rio da Fazenda indicam que o Brasil vai crescer 5,8% ao ano at\u00e9 2014, o suficiente para colocar o Pa\u00eds entre as cinco maiores economias do planeta. O crescimento ser\u00e1 acompanhado por um processo t\u00edpico das na\u00e7\u00f5es ricas: o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o. Com o aumento do padr\u00e3o de vida, sobe a expectativa de vida de homens e mulheres, o que significa que ser\u00e3o necess\u00e1rios mais recursos da Previd\u00eancia para pagar a conta. No Brasil, n\u00e3o ser\u00e1 diferente. Com um milh\u00e3o de favorecidos pela Previd\u00eancia do setor p\u00fablico e 27 milh\u00f5es de benefici\u00e1rios do privado, o pr\u00f3ximo presidente da Rep\u00fablica ter\u00e1 de aplicar um rem\u00e9dio amargo se quiser evitar a fal\u00eancia do sistema. \u201cA reforma da Previd\u00eancia \u00e9 necess\u00e1ria agora, para preparar as contas p\u00fablicas para os nossos filhos e netos daqui a tr\u00eas d\u00e9cadas\u201d, diz o economista F\u00e1bio Giambiagi, um dos principais especialistas brasileiros da \u00e1rea. <\/p>\n<p>O ministro da Previd\u00eancia, Carlos Eduardo Gabas, encomendou uma s\u00e9rie de estudos que buscam tornar as contas do segmento mais saud\u00e1veis. Como primeira iniciativa, Gabas sugere unificar as regras v\u00e1lidas para servidores privados e p\u00fablicos, o que inclui o teto da aposentadoria. Hoje, os primeiros ganham no m\u00e1ximo R$ 3,4 mil, enquanto n\u00e3o h\u00e1 limite para os funcion\u00e1rios das estatais. Entre os itens propostos pelo ministro est\u00e1 a extin\u00e7\u00e3o do ac\u00famulo de benef\u00edcios previdenci\u00e1rios, medida que certamente causar\u00e1 rea\u00e7\u00e3o negativa da opini\u00e3o p\u00fablica. <\/p>\n<p>O tema \u00e9 espinhoso, mas entrou na pauta da atual campanha sucess\u00f3ria. A candidata Dilma Rousseff apressou-se em negar que uma altera\u00e7\u00e3o radical esteja para sair do forno. \u201cN\u00e3o acho que a Previd\u00eancia \u00e9 a quest\u00e3o mais s\u00e9ria\u201d, disse Dilma. \u201cHoje, ela est\u00e1 bem mais controlada. Se voc\u00ea tiver que fazer alguma coisa, \u00e9 um ajuste marginal.\u201d O secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica, Nelson Barbosa, e sua equipe chegaram a estudar a aplica\u00e7\u00e3o do fator 105 \u00e0s pessoas nascidas a partir de 1990. Ou seja, para ter direito \u00e0 aposentadoria integral, o trabalhador teria que contribuir por 40 anos para se aposentar aos 65 anos. J\u00e1 o tucano Jos\u00e9 Serra defende a reforma apenas para quem \u201cest\u00e1 nascendo.\u201d <\/p>\n<p>Na Fran\u00e7a, dois milh\u00f5es de pessoas foram \u00e0s ruas recentemente protestar contra a reforma que elevaria a idade m\u00ednima de aposentadoria de 60 para 62 anos. No Brasil, os aposentados costumam pressionar o Legislativo. O vice-presidente da Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE) do Senado, Delc\u00eddio Amaral (PT-MS), recomenda cautela ao pr\u00f3ximo ocupante do Planalto: \u201cN\u00e3o se pode mexer com o passado, porque n\u00e3o passa no Congresso. Qualquer altera\u00e7\u00e3o, s\u00f3 para os futuros trabalhadores.\u201d <\/p>\n<p>Publicado em 08\/09\/2010<br \/>\n(Adriana Nicacio &#8211; Isto \u00c9) <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Governo faz estudo para mudar regras da Previd\u00eancia, mas abacaxi deve ficar mesmo nas m\u00e3os do pr\u00f3ximo presidente. 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