Planejamento: desafios para ter bem-estar na aposentadoria!

Existem alguns desafios a serem enfrentados, quando o assunto é planejamento de aposentadoria.

O primeiro deles, que aflige grande parte da população, de acordo com o gerente da área de consultoria da Mercer, Evandro Oliveira, é não conseguir dimensionar qual será a quantidade de dinheiro necessária para viver dignamente quando parar de trabalhar. “Quanto vou gastar neste novo estilo de vida?”, indaga.

Segundo especialistas, o que se observa é que as pessoas conseguem viver, depois de parar de trabalhar, com 60% ou 70% da renda que obtinham antes.

A saúde
Em alguns casos, as pessoas se aposentam antes mesmo do que planejam, mesmo porque adoecem. É por isto que se faz extremamente importante um plano de saúde. “É um assunto muito sensível este. Se a pessoa não tiver uma maneira de pagá-lo, pagará muito mais caro”, afirma Oliveira.

Segundo o gerente, o que acontece é que as pessoas estão mais propensas a achar que os outros precisarão de mais cuidados no longo prazo do que elas. Elas tendem a subestimar a própria necessidade de cuidados.

Investimentos
Um grande desafio, e talvez o maior deles, é que as pessoas não têm entendimento suficiente sobre a estrutura do mercado financeiro e dos produtos de investimento, para poder acumular o valor da aposentadoria, fazê-lo render de maneira correta e recebê-lo.

Existem diversos produtos no mercado destinados a isso: ações, para quem gosta de acompanhar o mercado e não teme estar sujeito a riscos maiores, planos de previdência, quando devem atentar à tributação, poupança, mais conhecida e conservadora, dentre outros.

O mais indicado, de acordo com especialistas em finanças pessoais, é fazer um mix de investimentos e sempre ter um plano B.

Longevidade
Ainda é preciso levar em conta que muitas pessoas não sabem que podem viver muito mais do que esperam, e sem o cônjuge, com o qual, muitas vezes, compartilham as despesas da casa. O planejamento de aposentadoria deve ser feito a dois.

De acordo com Oliveira, a necessidade de renda muda ao longo dos anos, durante a aposentadoria. “Começam altas, se reduzem e voltam a crescer nos últimos anos de vida”, quando a pessoa se torna mais dependente.

“Agora, esperar que você vai ter condições de gerenciar sua reserva eternamente é pedir demais de você mesmo!”, finaliza Oliveira.

Publicado em 17/02/2010
Flávia Furlan Nunes – InfoMoney

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