O psicopedagogo Luiz Antônio Nogueira Júnior, 42 anos, de Curitiba (PR), viu a dívida ficar 35 vezes maior que seu salário. Thales Eduardo Perpétuo Nóbrega, assistente administrativo de 35 anos de Niterói (RJ), chegou a dever mais de R$ 9 mil no cheque especial e no cartão de crédito. Walter Lima, servidor público de Fortaleza, comprometeu 100% da renda e chegou a ser perseguido por agiotas.
Quem já sofreu em situações de endividamento extremo – como os exemplos acima – nem quer ouvir falar do aumento da inadimplência, que chegou ao maior nível no país desde fevereiro de 2010, segundo dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira (28).
Lutando para abandonar os dias de descontrole financeiro e zerar o saldo devedor, consumidores de cinco estados ouvidos pelo G1 compartilham lições que aprenderam as próprias experiências negativas. A pedido da reportagem, dão conselhos e relatos sobre como estão fazendo para sair do vermelho (veja quadro abaixo) e admitem que, às vezes, é difícil consumir sem exageros.
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Publicado em 29/06/2011
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