Mercado financeiro sofre influência das pesquisas eleitorais em setembro.
Na Renda Fixa, considerando o critério de marcação do papel a preço de mercado, o IMA-b, índice que mede o rendimento das Notas do Tesouro Nacional – “série b” (NTNbs) foi negativo em 3,53%. O IRF-m, índice que mede os rendimentos das Letras do Tesouro Nacional – LTNs e das Notas do Tesouro Nacional, “série f”(NTN-f), ambos com taxas pré-fixadas se desvalorizou 0,74%.
A taxa de juros Selic, referencia para aplicações no segmento de renda fixa, fechou com variação positiva de 0,91%, a taxa de câmbio fechou setembro em R$ 2,45 reais por dólar com valorização de 9,44% para o dólar. O risco-país, medido pelo CDS de 5 anos, subiu 49 pontos-base, para 176 pontos-base.
O baixo crescimento da economia brasileira para 2014, segundo estimativa será de 0,30%, associado ao elevado patamar inflacionário próximo a 6,50% ao ano, medida pelo IPCA, geram incertezas e provocam variações bruscas para cima ou para baixo nos mercados financeiros.
O Ibovespa fechou com queda de 11,70%, por conta, principalmente, de especulações com pesquisas eleitorais para Presidente. A queda trouxe perdas generalizadas por todo o mercado. Neste período, a Fusesc ficou sublocada no segmento e manteve a proteção dos ativos.
Em nossa avaliação estas variações são diretamente influenciadas pelas expectativas ou especulações, que não refletem necessariamente os fundamentos típicos de alocação. No ano de 2014 a bolsa acumula ganhos de 5,06% e de 3,38% nos últimos 12 meses.
Do lado internacional e pesando negativamente sobre os mercados está a dúvida dos investidores quanto ao momento em que o Fed (Banco Central Americano) elevará suas taxas de juros, assunto debatido entre seus dirigentes regionais, porém sem consenso sobre a data que deva ocorrer. Isto traz preocupações para os investidores já que este aumento poderá significar diminuição do fluxo de recursos externos para os mercados emergentes do qual o Brasil faz parte.
Estimativa de Rentabilidade das cotas em Setembro/14.
Com os dados que já dispomos estimamos que as rentabilidades das cotas dos planos de benefícios devem situar-se no seguinte intervalo:
Planos: Benefício I, Multifuturo I e Multifuturo II = entre +0,45 a +0,55%.
Os resultados são diferentes entre os planos em função da composição das aplicações financeiras de cada um deles e do critério de marcação dos papéis em carteira.
Informamos que já iniciamos a elaboração da lâmina de rentabilidade, que inclui todas as informações relevantes do seu Plano de Benefícios, como dados atuariais, de ativos, patrimoniais, contábeis e de seguridade, o que exige a interveniência de vários agentes, sendo prevista sua publicação após o dia 20, tão logo esteja completa e revisada.
Publicado em 08/10/2014
Área de Investimentos





