Taxa de juros da economia – Selic – Fim do ciclo de alta: O Comitê de Política Monetária do Banco Central – COPOM confirmou mais um aumento da taxa de juros básica da economia – Taxa Selic – na reunião de 29/07/2015, conforme já era esperado pelo mercado financeiro. A alta foi de 0,50% elevando-a de 13,75% para 14,25% ao ano. A decisão foi unânime e, no comunicado ao mercado, sinalizou claramente que o ciclo de alta acabou. Foi a sétima elevação consecutiva e atingiu o maior nível desde agosto de 2006.
Revisão da Meta de Superávit Fiscal: O governo anunciou uma redução nas suas metas de superávit primário de 1,1% para 0,15% do PIB este ano e de 2,0% para 0,7% para 2016. O anúncio trouxe impactos negativos para os mercados financeiros e revela a dificuldade do Governo em aprovar as medidas que fazem parte do ajuste fiscal (aumento de receitas e redução de despesas).
Mercado amplia para 1,80% previsão de queda do PIB em 2015:De acordo com a pesquisa FOCUS divulgada ao mercado em 31/07/2015, economistas e instituições financeiras ampliaram a queda prevista para o PIB em 2015, a queda que era de 1,76% há uma semana atrás foi ampliada para 1,80%.
Estimativa para a inflação de 2015: Nos últimos 12 meses (julho/14 a junho/15) a inflação oficial do país medida pelo IPCA está em 8,89% e a previsão de fechamento de 2015 é de 9,25% (Pesquisa Focus do Bacen de 31/07/2015).
Indicadores Financeiros do Mercado: No mês de julho, a taxa de juros Selic, indicador de referência para aplicações no mercado de renda fixa pós-fixada, registrou variação de 1,18% (considerando que o mês de julho teve 23 dias uteis), o IMA-B, indicador que mede a rentabilidade das NTN-b foi negativo em 0,73%, o IRF-M, indicador que mede a rentabilidade dos títulos pré-fixados (LTN e NTN-f) foi positivo em 1,23%, o Ibovespa fechou em queda de 4,17% e o dólar se valorizou 9,39% diante do real.
Rentabilidade dos planos de benefícios em 2015: Com os juros em alta, no patamar de 14,25% ao ano e a inflação oficial do país (IPCA), passando da casa dos 9%, a FUSESC mantém sua estratégia de gestão dos recursos alinhada a Política de Investimentos. No momento, o destaque são os títulos de emissão do Tesouro Nacional indexados à inflação (IPCA), que protegem o dinheiro da corrosão inflacionária e vem pagando excelentes taxas de juros, entretanto, sujeita a alguma volatilidade.
A estratégia tem proporcionado bons resultados, nos primeiros 7 meses de 2015 o retorno médio acumulado das cotas que atualizam as reservas previdenciárias do Participante e Assistido está em torno de 8,55% representando 119% da taxa de juros Selic que está em 7,19%.
Estimativa de rentabilidade das cotas em julho/15.
Com os dados já disponíveis estimamos que as rentabilidades das cotas dos planos de benefícios, deverão situar-se dentro do seguinte intervalo:
Planos: Benefícios I, Multifuturo I e Multifuturo II = entre 1,10% e 1,20%.
Os planos de benefícios podem apresentar diferenças entre suas rentabilidades em função da composição dos investimentos.
A lâmina com os dados de julho/15, que inclui todas as informações relevantes do seu Plano de Benefícios, como rentabilidade, dados atuariais, de ativos, patrimoniais, contábeis e de seguridade, deverá ser divulgada na página da Fusesc por volta do dia 20/08, tão logo esteja completa e revisada.





