Taxa de juros da economia – Selic: O Comitê de Política Monetária do Banco Central – COPOM reunido em 02/09/2015 decidiu pela manutenção da meta da taxa de juros básica da economia, Taxa Selic, taxa que serve de referência para aplicações em renda fixa, em 14,25% ao ano, decisão já esperada pela mercado financeiro.
Mercado eleva para 2,26% a previsão de queda do PIB em 2015: De acordo com a pesquisa FOCUS realizada pelo Banco Central junto ao mercado financeiro e divulgada ao público em 31/08/2015, economistas e instituições financeiras ampliaram a queda prevista para o PIB em 2015, a previsão que era de -1,80%, há um mês atrás, agora está em -2,26%.
Estimativa para a inflação para 2015: Nos últimos 12 meses (agosto/14 a julho/15) a inflação oficial do país medida pelo IPCA está acumulada em 9,56% e a previsão de especialistas, de acordo com a mesma pesquisa FOCUS, é de fechar o ano de 2015 em 9,28%.
Indicadores Financeiros do Mercado: No mês de agosto, a taxa de juros Selic, considerando que o mês de agosto possui 21 dias úteis, registrou variação de 1,11%, o IMA-B, que serve de referência para as aplicações em títulos públicos lastreados em Notas do Tesouro Nacional, “série b” (NTN-b) fechou negativo em -3,11%, o IRF-M, que serve de referência para as aplicações em títulos públicos pré-fixados lastreados em Letras do Tesouro Nacional (LTN) e em Notas do Tesouro Nacional, “série f” (NTN-f) também fechou negativo em -0,85%, o Ibovespa fechou em queda significativa de -8,33% e o dólar (US$) uma valorização de 7,45% frente ao real (R$).
Rentabilidade dos planos de benefícios em 2015: As incertezas econômicas e políticas tem refletido nos mercados financeiros e vem provocando fortes oscilações nos preços dos ativos brasileiros. A FUSESC entende que o momento é de cautela e mantém baixa exposição em mercados de maiores riscos, conforme objetivos traçados na Política de Investimentos 2015/2019.
Os investimentos realizados pela FUSESC estão distribuídos em imóveis, empréstimos a participantes/assistidos, renda variável (ações) e, a maior parte dos recursos (95%), aplicados em renda fixa de baixo risco, com destaque para as aplicações em Notas do Tesouro Nacional – série b – NTN-b cujos papéis são corrigidos pelo IPCA. Nada de diferente foi realizado neste mês de agosto, pelo contrário, os investimentos são os mesmos que tínhamos no primeiro semestre de 2015 os quais nos proporcionaram ótimos resultados.
Segundo estimativas de mercado, neste mês, a variação do IPCA deverá ficar em torno de 0,25%, percentual bem abaixo da média registrada no primeiro semestre deste ano que foi de 1,10% e isto deverá reduzir o retorno das NTN-b, pontualmente neste mês, sem no entanto afetar nossa estratégia de gestão que é a de garantir o pagamento de benefícios dos participantes e assistidos no longo prazo.
Vale destacar que esta estratégia de gestão tem se revelado acertada, apenas nos primeiros 8 (oito) meses de 2015 a rentabilidade média dos planos alcançou 9,32% (média de 1,17% ao mês), bem acima da taxa de juros Selic que foi de 8,38%.
Estimativa de rentabilidade das cotas em agosto/15: Com os dados já disponíveis estimamos que as rentabilidades das cotas dos planos de benefícios e de acordo com a composição dos investimentos em carteira, deverão situar-se dentro do seguinte intervalo:
Planos: Benefícios I, Multifuturo I e Multifuturo II = entre 0,60% e 0,65%.
Os planos de benefícios podem apresentar diferenças entre suas rentabilidades em função da distribuição dos investimentos nos diversos segmentos.
A lâmina com os dados de agosto/15, que inclui todas as informações relevantes do seu Plano de Benefícios, como rentabilidade, dados atuariais, de ativos, patrimoniais, contábeis e de seguridade, deverá ser divulgada na página da Fusesc por volta do dia 20/09, tão logo esteja completa e revisada.





