Escolher a escola dos filhos é uma tarefa árdua. Por isso, modismos e preços não podem ser fatores fundamentais nesse processo. Claro, você não vai escolher também uma escola tão cara que comprometa as finanças da família, mas também não pode procurar a mais barata. Escolha aquela que atende os dois mundos, financeiro e de formação.
É comum pessoas reclamarem que a escola é cara, mas ostentarem um padrão de vida que contradiz essa noção. Esse é um campo nebuloso, afinal, estamos falando de pessoas que que preferem gastar seu dinheiro com frivolidades luxuosas do que com a educação de seus filhos.
Escola cara nem sempre é sinônimo de escola boa. Mas, também, escolher pelo preço para priorizar futilidades pode ser desastroso. Em dado momento, o jovem vai se questionar sobre por quê não foi a uma escola melhor. Afinal, se a família pode ter uma vida com luxos, por que não investir na escola?
Esse comportamento, além de causar desconfiança dentro de casa, pode trazer consequências para o futuro de seus filhos. Afinal, você os estará privando da única coisa que, de fato, fará a diferença no futuro deles.
Sem preço
A educação tem um valor impossível de se medir e é muito mais importante do que qualquer herança material. Aliás, pessoas mal-educadas tem pouca chance de gerir bem um grande patrimônio herdado.
Isso quer dizer que é muito mais caro não ter a educação adequada. O patrimônio será derretido e, dada a falta de base, não haverá capacidade suficiente para reconstruir qualquer coisa.
Conclusão
Não tenha pudores para investir tempo e dinheiro na educação dos seus filhos. É o melhor investimento que um parental pode fazer. Além do benefício óbvio, você ainda estará ajudando a construir um mundo melhor.
No fim das contas, o tempo e o dinheiro não dedicados a esse fim custarão o dobro (ou muito mais) mais tarde. Com filhos que jamais serão autossuficientes, gastarão além da conta e, além de tudo, não saberão cuidar do patrimônio que herdaram.
Pense nisso: nenhuma herança é capaz de superar o valor da educação.
Fonte: Renato De Vuono/Dinheirama






