Originária do México e de países da América Central, a pitaya parece ter desembarcado de vez no Brasil. Tanto é que, por causa da procura crescente, a nutricionista Thamyris Ferreira Lima, conta que a fruta já vem sendo cultivada por aqui – principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Paraná. Em nosso país, as versões mais consumidas são a de casca rosa com polpa avermelhada e a de casca rosa com a polpa branca.
A pitaya concentra poucas calorias. E, apesar de doce, não é um alimento rico em açúcar. Além disso, a fruta concentra substâncias reconhecidamente benéficas à manutenção da saúde. É o caso dos flavonoides, considerados antioxidantes. Isso quer dizer que eles minimizam os danos provocados por radicais livres às nossas células. “Também tem um bom aporte de fibras, que auxiliam na redução do colesterol”, cita Thamyris.
Na hora da compra - A casca da pitaya merece atenção especial. Isso porque não pode exibir qualquer machucado. Fora isso, deve estar firme. A coloração esverdeada significa que ainda não está boa para consumo. Por outro lado, se o alimento amassa com facilidade ou está soltando líquidos, provavelmente já passou do ponto ou está estragada.
Como preservar a pitaya - Se estiver fechada, deixe-a em local fresco e seco – o tempo depende do seu tempo de amadurecimento. Após aberta, o ideal é que seja consumida logo, para evitar a perda de nutrientes. Na geladeira, a fruta dura de dois a três dias. Deve ser guardada em potes fechados ou sacos vedados. Outra possibilidade é congelar a polpa por até três meses.
Fonte: Abril






