Pneus murchos: Gastam 17,8% a mais. Calibre os pneus ainda frios semanalmente ou quando for abastecer. O calibre correto está registrado na tampinha de abertura do tanque de gasolina, em alguma das portas, ou no manual.
Excesso de peso: Gasta 10,8% a mais. Existem pessoas que fazem do porta-malas uma “segunda casa”, colocando nele a cadeira de praia, roupas, garrafas, etc. Só carregue o necessário, pois quanto mais pesado o veículo, mais energia se gasta para acelerar.
Velas gastas: Gastam 7,5% a mais. Uma vela ruim proporciona uma queima ruim de combustível e gera menos potência, isto é, o carro anda menos e motorista precisa “pisar” mais para manter a velocidade. Fazendo as trocas periódicas, o problema será evitado.
Rodar no ponto morto: Gasta 5,2% a mais porque o sistema de injeção eletrônica “vai entender” que o carro está em marcha lenta, o que resulta num pedido de combustível maior. A melhor maneira de aproveitar o embalo em uma descida é deixar o carro engatado e não pressionar o acelerador. Fazendo isso, o fluxo de combustível para o motor é cortado.
Outras dicas como pesquisar os preços em diferentes postos (existem aplicativos para celular que fazem isso), manter a manutenção do veículo em dia, escolher melhor os trajetos a serem percorridos, etc. trarão uma maior economia.
Outro detalhe muito simples é que com a gasolina mais cara, por que não deixar o carro na garagem e andar a pé ou de bicicleta para fazer pequenos percursos? Abrir mão de certos hábitos não é fácil então se não for possível todos os dias, tente pelo menos em alguns dias da semana. O resultado certamente aparecerá no bolso e na saúde.











