Relação com o dinheiro: você consegue viver de forma saudável com ele?

Relação com o dinheiro você consegue viver de forma saudável com ele

Desde criança precisamos lidar com dinheiro, mas dá para contar nos dedos as vezes em que realmente entendíamos o valor do que carregávamos no bolso. Não havia muito interesse dos pais ou da escola em ensinar educação financeira e muito menos das crianças em aprender. Isso, no entanto, criou gerações de pessoas que não sabem ter uma relação com o dinheiro de forma sadia e, consequentemente, uma lista enorme de cidadãos cujas finanças pessoais são uma verdadeira bagunça.

O primeiro passo é analisar como é a sua relação com o dinheiro e como ele pode, sim, trazer felicidade se esse convívio for desenvolvido de maneira equilibrada. Siga com a gente nessa jornada de conhecimento pelo universo das finanças e veja que aprender sobre economia não é algo tão difícil assim!

Como é a sua relação com o dinheiro?

Basicamente, aprendemos que temos que trabalhar ou ter o próprio negócio, ganhar dinheiro, comprar o que precisamos e queremos e, na medida do possível, não gastar mais do que ganhamos. É claro que saber o básico é importante, mas é preciso ir além. Hoje, a ausência de uma educação financeira mais ampla, aliada à facilidade de acesso ao crédito, tem levado muitas pessoas ao endividamento excessivo, privando-as de parte de sua renda em função do pagamento de prestações mensais e, consequentemente, reduzindo suas capacidades de consumo. Infelizmente, não há uma cultura de buscar informações sobre o tema e boa parte das pessoas não se interessa em pesquisar soluções que as auxiliem na gestão das finanças pessoais. Mesmo lidando diariamente com dinheiro, seja recebendo os salários e outras rendas, seja comprando e pagando contas, poucas pessoas se dedicam a gerir melhor seus recursos. Talvez porque, como em muitos outros assuntos, como bem vemos nas redes sociais todos os dias, o brasileiro acredita que sabe mais sobre o uso do dinheiro do que realmente sabe.

Dicas para melhorar a relação com o dinheiro

Para encontrar esse equilíbrio não é preciso nenhuma mágica, só um pouco de interesse em conhecer melhor como se relacionar com o dinheiro. Para ajudar você a ter um convívio pacífico com seus recursos, separamos algumas dicas simples. Confira:

1 – Seja financeiramente organizado

Muita gente acha que, ao organizar as próprias finanças, vai deixar de fazer o que gosta ou de comprar o que quer, perdendo assim sua liberdade. Mas é exatamente o contrário. Ao saber exatamente o que você ganha, você consegue estabelecer as suas prioridades e comprar tudo o que quer sem se preocupar se vai ou não conseguir pagar. Com isso, você acaba deixando de lado aquelas vontades repentinas que eram um desperdício de dinheiro.

2 – Entenda que gastar é diferente de usar o dinheiro

Não há uma receita pronta para identificar o que é gasto e o que é uso, afinal, dinheiro é feito para ser utilizado. O que deve ser analisado, contudo, é como fazer isso. De pronto, já afirmamos que não há certo ou errado ou uma porcentagem ideal de quanto dedicar a cada um: é uma questão pessoal e tem a ver com suas vontades e necessidades. Coloque a mão na massa e faça um levantamento do que é essencial para você, como alimentação, moradia, educação, saúde, entre outros, e quanto dinheiro é destinado para isso. Depois, liste suas vontades e os valores que está disposto a investir nelas. No final de tudo, veja se as suas receitas são suficientes para cobrir suas despesas. Se o resultado for negativo, será preciso rever suas necessidades e vontades.

3 – Saiba que é possível separar dinheiro para momentos de lazer

Normalmente, quando passamos a pagar as nossas próprias compras, entendemos que nossa mãe tinha toda razão quando falava “na volta a gente compra”, mesmo quando pedíamos apenas um sorvete ou chocolate. Isso acontece pois é nesse momento que entendemos o valor real do dinheiro, e que R$ 5 aqui, R$ 10 ali, um docinho, uma cervejinha com amigos, no final do dia soma uma quantia que pode acabar com qualquer orçamento. Isso quer dizer que você precisa parar de gastar com essas coisas e guardar o dinheiro no colchão? Absolutamente, não! O que queremos explicar é que, se esse comportamento se tornar um hábito, pode acabar virando um problema financeiro. Então, se você se programa para comprar uma roupa ou calçado e separa dinheiro para pagar as contas mensais, não é pecado nenhum destinar um valor para essas vontades repentinas. Aliás, dar a si mesmo momentos de prazer e lazer é uma forma de usar o dinheiro de maneira saudável.

4 – Torne o ato de poupar um hábito

A maioria das pessoas até tem vontade, mas raramente consegue dar o primeiro passo quando o assunto é poupar dinheiro. Isso porque elas acreditam que mudar a rotina é complicado, pois será preciso abrir mão de algumas coisas, ou que não vão dar conta do recado, enfim, as desculpas são as mais variadas. E antes que você reclame e diga que essas preocupações não são apenas desculpas, saiba que ninguém precisa ter milhões para fazer uma reserva de recursos. Com R$ 5, por exemplo, já dá pra começar uma poupança.

A ideia é fazer o mesmo com as necessidades e vontades. Quando estiver programando o valor que vai destinar para cada uma delas, inclua no planejamento uma quantia para guardar. Pode começar com um valor baixo e aumentá-lo na medida em que seu bolso se habitua com a ideia. Esse dinheiro pode ter várias finalidades, desde cobrir alguma emergência, como um problema de saúde, até realizar um sonho, como comprar um carro ou fazer uma viagem. E, claro, para aqueles que pensam em longo prazo, pode ser um complemento para a aposentadoria.

Fonte: Oeconomista

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