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Ensine seu cérebro a gastar menos dinheiro

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Ensine seu cérebro a gastar menos dinheiro

Para cumprir o objetivo de guardar dinheiro, muita gente faz planos e planilhas para ver se sobra um pouco a mais no final do mês. Segundo especialistas, existe uma outra maneira de poupar mais: ensinar o cérebro a gastar menos. Os avanços da neurociência já permitem desvendar um pouco mais a relação entre o cérebro e o dinheiro. Quando usamos o cartão de crédito, por exemplo, o gasto não “dói” tanto quanto como pagamos com cédulas e moedas.

Outros estudos também mostram, por exemplo, que o circuito cerebral que nos faz sentir motivação e sentimentos positivos reage da mesma forma quando recebe um impulso de amor e de dinheiro. E que quando sentimos que vamos sofrer uma perda financeira o cérebro ativa as mesmas redes usadas quando sentimos dor. Confira, então, essas 5 dicas compiladas pelo NCB News Better para treinar seu cérebro para gastar menos.

Pague em dinheiro - É uma medida que pode reduzir de 20% a 28% os gastos com itens como roupas, alimentação e entretenimento. Afinal, quando vamos buscar o dinheiro na carteira damos um tempo de pausa para o cérebro repensar a ação. E sentimos a “dor” que não se sente ao pagar com cartão.

Assista menos TV - Passar horas vendo programas em que as pessoas estão super bem de vida pode virar uma tentação e nos fazer desejar coisas que estão além das nossas capacidades financeiras. O mesmo acontece com longos passeios no shopping, segundo Somers. “Quanto mais tempo se passa comprando coisas, maior é a probabilidade de começar a gastar inconscientemente. Você se cansa, e sua habilidade de tomar decisões vai sumindo. Você começa a pegar e comprar itens só porque eles estão na sua frente.”

Desative a compra com 1 clique - Essa é uma boa maneira de treinar o cérebro para não gastar impulsivamente. Alguns segundos podem fazer toda a diferença entre a vontade e a compra. “Esses 15 segundos a mais dão tempo para você questionar a compra”, diz Somers. Ela explica que os economistas comportamentais chamam isso de fricção, que é tudo o que interfere em um comportamento.

Faça uma faxina financeira - Ao menos uma vez por ano, tire um dia para examinar com olhos de lince todas as suas movimentações do seu dinheiro. Vale checar as despesas que estão em débito automático e corte aquelas que você não usa (ou que já estavam esquecidas). “Você vai descobrir algumas assinaturas mensais que eram só desejos, não necessidades. As pessoas se adaptam melhor do que imaginam a fazer mais com menos”, diz Colin Camerer, professor de economia comportamental na Caltech.

Mentalize o benefício - Outro passo importante para treinar o cérebro para economizar é perceber como a segurança de ter uma rede de proteção financeira fará bem para a sua saúde mental. “O dinheiro reduz o estresse e aumenta a confiança das pessoas, então elas não se sentem à beira do abismo o tempo todo”, diz Somers. “Quem não tem uma poupança não tem escolha. O dinheiro nos dá chances de mudar as nossas vidas e as das pessoas que nos importam.”

Fonte: VivaaLongevidade

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