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Retorno dos Investimentos – abril de 2010

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Em abril, os mercados financeiros de todo mundo operaram com alta volatilidade, em função das incertezas quanto à situação econômica de alguns países integrantes da zona do Euro (Grécia, Espanha, Portugal, Irlanda etc) que apresentam elevados déficits fiscais em seus orçamentos, com destaque para a Grécia.
Aliado a isso, a demora pelos bancos e governos europeus na aprovação de um empréstimo de emergência para a Grécia, alimentou um sentimento de pessimismo entre os investidores, que passaram a vender suas posições em ações e aplicar os recursos em títulos do governo americano, considerados porto seguro, em épocas de crises.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária – COPOM decidiu elevar a taxa de juros básica de 8,75% para 9,50% num esforço de desaquecer o consumo das famílias e assim conseguir trazer a inflação para o centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 4,5% para 2010.

Neste cenário de dúvidas, para o mês com 20 dias úteis, o Ibovespa, a exemplo das demais bolsas mundiais, fechou com queda de 4,04%, o real se desvalorizou 2,83% e o certificado de depósito interbancário (CDI), fechou em 0,66%.

Diante desta situação, o segmento de fundos de pensão, investidores tradicionais nos mercados de capitais (renda fixa e renda variável) tiveram sua rentabilidade, no mês, afetada, com retorno médio de 0,19%, acumulando no primeiro quadrimestre retorno de 3,19%. Isto demonstra a dificuldade de se obter melhores rentabilidades frente a uma conjuntura adversa.

A exemplo das demais fundações do país, a Fusesc, que também aplica os recursos financeiros dos planos de benefícios nesses mercados, da mesma forma no quadrimestre teve sua performance equiparada ao seu segmento e no mês conseguiu retorno superior ao apresentado pela média das Fundações, ou seja, rentabilidade de 0,56% contra o 0,19% do segmento. Entretanto, entendemos que em função da dinâmica dos mercados e as medidas econômicas em andamento reverterão, no curto prazo, as dificuldades que por ora estamos enfrentando, permanecendo ainda boas perspectivas para o exercício.

No mês de abril, isto somente foi possível tendo em vista que as aplicações dos planos de benefícios administrados pela Fusesc são, preponderantemente realizados em papéis emitidos pelo Tesouro Nacional, e que apresentaram as seguintes rentabilidades no mês: Letras Financeiras do Tesouro Nacional (LFTs) com 0,66%; Notas do Tesouro Nacional – série B (NTNBs), com 1,18%; Notas do Tesouro Nacional -série C (NTNCs), com 1,20%; Depósitos a Prazo fixo com Garantia do Fundo Garantidor de Crédito – (DPGE), com 0,74%; Aplicações em renda variável (ações), com rentabilidade média de menos – 3,29%; Fundos Multimercados lastreados em papéis federais e ações, com 0,75%; Empréstimos a Participantes com 1,51% e Receitas com aluguéis de imóveis com 0,55%.

Comparando os resultados da Fusesc com os demais indicadores de referência do mercado, (CDI, Fundos DI, CDB, Fundos de renda fixa, poupança, inflação (IPCA), dólar e Ibovespa), podemos observar, que nos quatro primeiros meses do ano, o retorno obtido, pela Fusesc, supera os demais indicadores de referência, conforme demonstramos abaixo:

Quadro_abril

Clique aqui para acessar o quadro demonstrativo do retorno por tipo de aplicação de Abril de 2010.

Publicado em 12/05/2010
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