O ano de 2014 foi marcado por vários eventos, como a Copa do Mundo, o rebaixamento do rating soberano do Brasil para o nível BBB-, ainda que mantendo o grau de investimento, inflação resiliente associada ao baixo dinamismo da economia, a dificuldade do governo para equilibrar a política fiscal, a eleição presidencial mais acirrada da história, poucas chuvas e preços de energia em alta, queda vertiginosa nos preços do petróleo, do minério de ferro e das demais commodities metálicas, sendo que para completar o cenário assistimos as revelações da Operação Lava-jato, que pode vir a ser o maior escândalo de corrupção da história desse país.
No mercado financeiro tivemos a queda das empresas “X”, a desvalorização sem precedentes das ações da maior empresa do Brasil, déficit comercial, desvalorização cambial e a redução nos fluxos dos investidores nacionais.
Assim, o ano de 2014 foi marcado pelas incertezas, representada pela volatilidade dos ativos (variações de preços) nos mercados financeiros nacionais, numa intensidade não habitual, que afugentou o pequeno investidor, inibiu sensivelmente os investimentos das empresas e tornou a participação do investidor internacional mais relevante.
A Fusesc, já ao final de 2013, desenhava um cenário desafiador para 2014 e se preparou para enfrenta-lo. A linha de raciocínio foi buscar segurança para os investimentos sem, no entanto, descuidar-se das oportunidades de mercado, que foram inúmeras. Os picos de desvalorização dos títulos públicos motivou-nos a buscar aplicações com expressivo potencial de retorno para o médio e longo prazo, ainda que presente uma certa volatilidade.
Foi um ano de muito trabalho e dedicação, fomos tempestivos, vigiamos todos os acontecimentos e nos posicionamos de forma que as incertezas se tornaram oportunidades, valorizamos os recursos previdenciários e garantimos a segurança da Família Fusesc.
Comportamento dos Mercados Brasileiros em 2014:
Segmento de Renda Variável – Ações: Nos mercados de ações o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, terminou o ano com perdas acumuladas de -2,91% e o IBrX teve queda de -2,78%.
Segmento de Renda Fixa: A taxa de juros Selic teve variação positiva de 10,90% no ano, o IMA-b, índice que mede o rendimento geral das Notas do Tesouro Nacional – “série b” (NTNbs) teve valorização de +14,54% e o IRF-m, índice que mede os rendimentos dos títulos do Tesouro Nacional, na modalidade prefixados, (LTNs – Letras do Tesouro Nacional e NTN-f – Notas do Tesouro Nacional série “f”) teve ganhos positivos de +11,40% e o dólar/americano se valorizou 13,37% sobre o real.
Rentabilidade dos planos de benefícios em 2014:
Encerramos mais um exercício com motivos para comemorar, o Plano de Benefícios I teve rendimento acumulado de 11,71%; o Plano Multifuturo I de 11,51% e o Plano Multifuturo II de 11,44%, retornos superiores a variação anual da taxa de juros Selic que foi de 10,90%, superior ou em linha com a meta atuarial (INPC + 5% ao ano) que fechou 2014 em 11,65% e também superior a mediana de retorno do segmento de Previdência Complementar Fechada.
Os resultados são diferentes entre os planos em função da composição das aplicações financeiras de cada um deles e do critério de marcação dos papéis em carteira.
Lâminas de Rentabilidades dos Planos de Benefícios
A Fusesc disponibiliza, para acompanhamento do retorno dos Planos de Benefícios, a lâmina de rentabilidade, que sintetiza com clareza e transparência as informações do seu plano.
Nesta lâmina, é possível consultar o histórico de rentabilidade do seu Plano de Benefício, quadros comparativos, gráficos de rentabilidade, alocação por segmento e informações técnicas.
A lâmina é atualizada mensalmente, após a apuração final da rentabilidade patrimonial.
Você também poderá consultar o glossário que explica detalhadamente as siglas e termos técnicos.
Plano de Benefícios I
Plano Multifuturo I
Plano Multifuturo II
Glossário










