Análise do Mercado.
O Comite de Política Monetária do Banco Central do Brasil – COPOM – reunido em 21/01/2015 elevou mais uma vez a taxa de juros básico da economia – Selic, em 0,50%, passando de 11,75% para 12,25% ao ano.
A decisão faz parte de um conjunto de medidas que objetivam o controle da inflação brasileira que, persistentemente ronda a casa de 6,5% ao ano.
A baixa confiança dos agentes econômicos em relação à economia brasileira têm causado muitas oscilações nos preços dos ativos financeiros.
No mês, a taxa de juros Selic ficou em 0,94%, o Ibovespa teve queda de -6,19% e o IBrX de -5,88%, o IMA-B valorizou 3,12%, IRF-M 1,11% e o dólar 0,23%.
Estimativa de rentabilidade das cotas em Janeiro/15.
A postura da Fusesc tem sido de muita cautela, suas aplicações tem sido direcionados para aplicações conservadoras e de baixo risco, especialmente na compra de papéis emitidos pelo Tesouro Nacional, aproveitando-se deste momento em que as taxas de juros estão acima de 12% ao ano.
As aplicações em renda variável (ações) são inexpressivas, próximo a 3% do patrimônio dos planos de benefícios, dado o cenário adverso por que passa este segmento.
Com os dados que já dispomos estimamos que as rentabilidades das cotas dos planos de benefícios, deverão situar-se dentro do seguinte intervalo:
Planos: Benefícios I, Multifuturo I e Multifuturo II = entre +0,95% a +1,05%.
Nos últimos 12 meses (fevereiro/14 a janeiro/15) o retorno médio das cotas dos planos está em 13,23% acima da meta atuarial de 11,54%.
Eventuais diferenças de rentabilidades entre os planos ocorre em função da composição das aplicações financeiras de cada um deles e do critério utilizado de marcação dos papéis para registro contábil.
A lâmina, que inclui todas as informações relevantes do seu Plano de Benefícios, como rentabilidade, dados atuariais, de ativos, patrimoniais, contábeis e de seguridade, deverá ser divulgada na pagina da Fusesc por volta do dia 20, tão logo esteja completa e revisada.










